Notícias

Análise do cenário da economia brasileira

A economia brasileira enfrenta uma série de desafios em 2024, incluindo a falta de controle de gastos do governo federal, a interferência na Petrobras, a redução da taxa de juros Selic, a alta tributação de importação e a redução do consumo interno. Esses fatores podem levar a um cenário de incerteza e instabilidade, o que pode dificultar o crescimento e o investimento.

Demissão do presidente da Petrobras: impactos no mercado financeiro e investidores

A demissão do presidente da Petrobras gerou incertezas e preocupações no mercado financeiro. Os investidores temem que a decisão possa levar a uma maior interferência política na estatal, prejudicando sua governança corporativa, rentabilidade e valor de mercado. É importante monitorar os próximos passos do governo e da empresa para avaliar o impacto total desta decisão.

PIB

O Produto Interno Bruto (PIB) representa a soma total de todos os bens e serviços finais produzidos em uma determinada região, como uma cidade, estado ou país. O PIB é um indicador fundamental para avaliar a atividade econômica e o desempenho global de uma economia.

Veja como a educação financeira pode te ajudar diante de cenários difíceis

A educação financeira poderia ajudar os investidores a entender melhor os riscos e oportunidades de investir no Brasil. Isso porque a educação financeira ensinaria os investidores sobre os diferentes tipos de investimentos, os riscos e retornos associados a cada tipo de investimento e como gerenciar seus investimentos. Com esse conhecimento, os investidores poderiam tomar decisões mais informadas sobre investir ou não no Brasil.

Em resumo, a educação financeira pode ajudar os investidores a entender melhor os riscos e oportunidades de investir no Brasil e a tomar decisões mais informadas sobre investir ou não no país. Isso pode ajudar a minimizar perdas financeiras e a proteger os investimentos dos investidores.

Quem tem maior necessidade para a transição energética das metas ASG no Brasil ou o mundo?

Tanto o Brasil quanto o mundo precisam priorizar a transição energética para atingir as metas do ASG. Embora tenham matrizes energéticas e necessidades específicas diferentes, ambos os países enfrentam desafios e oportunidades semelhantes para criar um futuro energético mais sustentável.
A transição para uma economia de baixo carbono é um desafio, mas é essencial para evitar os piores impactos das alterações climáticas. Os governos, as empresas e os consumidores precisam trabalhar juntos para superar as dificuldades da transição e criar um futuro mais sustentável.

As mudanças climáticas naturais

As quatros estações do ano são fenômenos climáticos que existem no início da vida na Terra, com terremotos e erupções vulcânicas. Já a mudança climática é atribuída aos seres humanos devido sua evolução com usos de fontes de energia como carvão no século XIX e os combustíveis fósseis a partir do século XX.
A grande questão é porque os maiores poluidores não fazem uso das metas do ASG, uma vez que mudança climática são os maiores responsáveis por esta alteração atmosférica. Porque será? Os mesmos de forma indireta pressionam os países que estão em desenvolvimento a implementar as metas do ASG.
Exemplos: Sry Lanka Fonte: Forbes

Impactos Positivos e Negativos da Falta de Controle de Gastos e a Inclusão de Metas ASG

Não seria melhor que os responsáveis por esta inclusão do ASG apresentasem uma comprovação de sua eficiência e eficácia, por exemplo. Onde, quais países e instituições listadas no mercado de capitais obtiveram resultados satisfatórios e a que custo chegaram?”

Sugestão: A inclusão do ASG deve ser primeiramente aplicada nos órgãos públicos, pois o controle de gastos as empresas já sabem como fazer caberá aos órgãos públicos desenvolver a inclusão da metodologia do ASG em suas repartições e elaborar uma disciplina escolar do primário ao último ano de ensino. Talvez dessa forma, as empresas possam ver na prática a metodologia do ASG os prós e contras e a que custo o poder público teve para aplicação das metas ASG.

Fica a dica: do velho dito popular “Falar é fácil, quero ver fazer”

Por que o Ibovespa cai na contramão do exterior em 2024?

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, acumula uma queda de 4,41% em 2024, após subir mais de 20% em 2023. Do outro lado, o S&P 500, principal índice da Bolsa americana, sobe 5,17% no mesmo período.

Existem alguns fatores que podem explicar essa diferença entre o desempenho do Ibovespa e do S&P 500.

Um deles é o risco fiscal no Brasil. O país enfrenta um cenário de incertezas econômicas, devido ao aumento da dívida pública e à aprovação da PEC dos Precatórios, que cria um novo mecanismo de pagamento das dívidas do governo.

Outro fator é a alta do dólar. A moeda americana se valorizou em relação ao real nos últimos meses, o que torna as exportações brasileiras menos competitivas e pode afetar o crescimento econômico do país.

Além disso, os investidores estrangeiros estão saindo do Brasil em busca de oportunidades em outros mercados. Isso também tem contribuído para a queda do Ibovespa.

No entanto, é importante destacar que o Ibovespa ainda está acima do nível em que estava no início de 2023. Isso significa que o mercado ainda acredita no potencial de crescimento do Brasil.

Portanto, é importante ficar atento aos fatores que podem afetar o desempenho do Ibovespa e do S&P 500 nos próximos meses.

Análise do crescimento do PIB com relação a Dívida pública

As estatais controladas pelo governo federal bateram lucro recorde de R$188 bilhões em 2021. O volume equivale ao triplo do registrado no ano anterior (R$61 bilhões).

Do total, 98% dos R$188 bilhões vieram de 5 companhias: Petrobras, BNDES, Caixa, Banco do Brasil e Eletrobras –que foi privatizada em 2022.

Quando se observa o lucro das empresas por período de governo, é possível observar também que os governos Lula (PT) tiveram aumento da lucratividade das estatais no resultado consolidado.

O pior momento foi no final da gestão de Dilma Rousseff (PT). O período foi marcado pela queda da receita da Petrobras, com o preço do barril do petróleo em baixa, e o auge das investigações de casos de corrupção pela operação Lava Jato.

Houve uma melhora a partir do início do governo Michel Temer (MDB), que aprovou a nova Lei das Estatais.

Jair Bolsonaro (PL) manteve a política de Temer, principalmente na Petrobras. A gestão do atual presidente registrou os melhores resultados da história também para os bancos públicos, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES.