Análise do crescimento do PIB com relação a Dívida pública

Olá! Gostaria que você ao ler o texto abaixo pensasse se fosse seu salário e sua carreira profissional além de sua dívida, empresa onde você trabalha ou são proprietários. Analisa o texto de acordo com as figuras e transfere para sua vida em si, com que seria o impacto ou como foi o impacto na época.

Neste contexto será argumentado de forma técnica uma comparação de tomada de decisões, porém não será feita análise política, mais sim, análise do impacto da decisão no setor público que envolve a vida do povo brasileiro, em relação a uma decisão de um presidente em uma instituição muito grande ao ponto se ele abrir falência pode colapsar o mercado financeiro.

Com a queda da monarquia no Brasil, iniciou um novo regime dizendo que era “democracia”. No entanto, não vamos falar sobre isso mais sim, da saúde financeira do Brasil que estava bem obrigado, mas havia pessoas muito ricas que não estavam satisfeitas com a situação financeira do povo. Pois o crescimento financeiro de empreendedorismo estava em ritmo acelerado.

Logo, se foi necessário ocorrer certo acontecimento por vias políticas que enfraqueceu o empreendedorismo, quantos de vocês já não ouviram falar dos imigrantes que prosperaram no Brasil após a queda da monarquia.

Foi a aliança de uma boa parcela do exército com os proprietários de terra, que eram os donos do Congresso. Todos os senadores e deputados que lá estavam eram filhos de senhores de terras. Ficaram todos contra a monarquia porque estavam contra a abolição da escravatura. E teve a questão ideológica que foi importantíssima, a influência de Augusto Comte no Brasil”.

Fonte: Brasil Paralelo

Agora analisar as imagens:

1° Fonte Figura: EcoDebate

A primeira figura apresenta um crescimento bastante substancial para a época, tirando os dois períodos de guerra em 1915 a 1918 e de 1939 a 1945. Veja que o Brasil era um potência até 1962 quando o presidente João Goulart “Jango” tomou algumas decisões que na terceira figura que você poderá compreender o tombo no PIB. Neste contexto entram de bucha de canhão os militares para arrumar a bagunça que um civil no comando da nação tinha feito. Não estou defendendo ninguém, cada um tira suas próprias conclusões com vasto material na biblioteca nacional

Voltando a situação financeira do Brasil em 1964 não era das melhores mas com “planejamento de crescimento e controle de gastos” o país começou a crescer de novo, porém da forma “alavancada”, ao final do seu mandato Geisel já tinha preparado o processo de redemocratização no brasil e colocou João Figueiredo de bucha no governo para dar andamento, quem quiser saber mais sobre isso assista a entrevista dele para Alexandre Garcia. Podemos imaginar que a queda do PIB neste período pode ter sido por parte da insegurança do no regime que iria se instalar a partir de 1985, tanto que na segunda figura é claro que a dívida externa dobrou, vamos agora analisar a segunda figura.

2° Fonte Figura: Auditoria Cidadã

Conforme já foi apresentado na descrição da 1° figura, vamos complementar com esta.

Aqui você deve desenvolver o senso de análise de custo benefício nas tomadas de decisões que as figuras apresentam e as mesmas decisões no ambiente privado. 

Qual seria o impacto econômico, seria diferente ou não”?

Para responder a esta situação vamos ver o que a segunda figura nos apresenta. Nos informa que a dívida externa dobrou, pois os militares saíram do poder deixando ela (+-)US$100 bilhões e 2004 para 2005 transfere a dívida externa para dívida interna do país. Ele deixou de pagar 4% a.a para pagar 12,75% a.a leia esta informação no site da câmara dos deputados federais

Qual administrador de empresa tomaria esta decisão, pois foi esta atitude que colocou o Brasil no cenário que está hoje, nem Bolsonaro, Paulo Guedes poderiam corrigir este erro administrativo em 4 anos, apesar dele terem feito as estatais deram lucros depois de muitos anos de prejuízos veja na 4° figura. Vamos utilizar como exemplo uma empresa entra com recuperação judicial, OK. Vamos lá o administrador da recuperação levará um certo tempo para poder recuperar a empresa certo, porém ocorre ações externas a empresa que a limita sua recuperação às vezes até internamente pode acontecer de ações acontece sem o conhecimento do administrador e quando ele descobre logo tomará as devidas providências. 

Só para fazer uma comparação. Lembra das estatais então podemos dizer que Bolsonaro e Paulo Guedes eram os administradores de recuperação judicial,

Uma recuperação de uma empresa é muito difícil, imagine uma nação em comparação de tamanho e importância no cenário econômico mundial. Seria tipo montadora de automóveis, equipamentos eletroeletrônicos ou até mesmo o Google. Imagine que o impacto na vida das pessoas que trabalham em algum destes segmentos é devastador. O mesmo vale para decisão tomada para transferir uma dívida que os juros eram 3 vezes mais baratos que os juros internos do Brasil.

3° Fonte Figura: X.com

Aqui é só para lembrar sobre assunto do PIB em 1964 quando estava bem baixo e o salto alavancado com regime militar mesmo com a crise do petróleo que iniciou em 1970 foi até 1979 e depois a queda com o novo regime civil no comando da nação, veja que nunca mais o Brasil vou e ter um PIB próximo da época dos militares. Corrigindo na 5° figura o Brasil tem o maior crescimento depois de 20 anos, mas depois despencou. 

Então pessoal minha argumentação pode parecer ter um tom político, mas não. Pois as figuras apresentam estas informações é o veículos de comunicação, registros históricos com câmara dos deputados federais. Basta fazer uma análise fria da situação e se fosse sua empresa onde você trabalha o presidente toma uma decisão que irá lhe prejudicar financeiramente, você ficaria satisfeito com ele ou iria solicitar a troca da administração pois ela está prejudicando financeiramente.

Assim é na esfera pública porém os funcionários públicos têm estabilidade funcional, já empresa privada não estabilidade logo se administrador toma uma decisão que irá diminuir seu rendimentos ele irá compensar esta perda repassando para consumidor, por sua vez o consumidor deixa de comprar isso irá leva o empresário a diminuir gastos logo corte na folha de pagamento ou seja alguém ficará desempregado é o funcionário público ele continua, pois a fonte de receita dele vem dos impostos que são recolhidos, mais uma hora a fonte de arrecadação vai diminuir tanto que será necessário trocar o administrador da nação pois ela está indo ladeira abaixo.

E como eu falei basta fazer uma análise fria com as figuras e se colocar no lugar. Isso não é visão política, mas sim visão de investidor que não irá colocar seu dinheiro em uma empresa que seu administrador não cuida bem do controle de gastos e está com baixa receita.

4° Fonte Figura: Poder 360

Aqui a imagem fala por si só em relação às estatais, veja que a fonte e de perfil do lado do coração você me entende. kkkkkkkkkk

5° Fonte Figura: Poder 360

Nesta quinta figura é para você fazer uma comparação de administração da empresa Brasil e se questionar, porque em 2010 PIB era 7,5% e caiu drasticamente, depois tivemos negativo por causa da insegurança conhecido como “risco soberano ou país”. Logo começou a se recuperar com as medidas tomadas pelo sucessor da administração pública federal. Chegou  a ter uma crise sanitária mundial e o Brasil foi um dos primeiros países a se recuperar em “V”, saído de -3,3% negativo para quase 5% positivo ano seguinte. A próxima figura é só para você fazer uma comparação administrativa sendo que 6° figura e de período trimestral e anterior é anual.

6° Fonte Figura: Poder 360

Ao analisar os dois períodos distintos, podemos observar as mudanças ocorridas na economia brasileira. No primeiro período, que compreende de 23/01/2002 até 12/12/2018, podemos notar que ocorreu variações negativas, veja na figura anterior que 2009 quase não tem crescimento, porém devemos analisar se ocorreu alguma crise que pudesse afetar o PIB. Durante esse período, o Brasil enfrentou momentos de instabilidade econômica, após a crise financeira global de 2008 onde ele tinha uma margem de segurança na economia em relação ao mundo e a recessão econômica interna de 2014 a 2016. 

No segundo período analisado, que compreende de 06/02/2019 até 07/12/2022, podemos observar uma tendência de alta no PIB. Esse período foi marcado pela recuperação da economia brasileira após a recessão, com a retomada do crescimento econômico e a redução da inflação. O Banco Central adotou uma política monetária expansionista, reduzindo a taxa Selic como forma de estimular o consumo e os investimentos no país.

Durante esse período de quase 17 anos, a taxa Selic passou por diversas mudanças significativas. A sua trajetória reflete os desafios enfrentados pela economia brasileira ao longo desse período, bem como as medidas adotadas pelo Banco Central para equilibrar a inflação e estimular o crescimento econômico. No início do período, a taxa Selic estava em um patamar elevado devido à instabilidade econômica vivida pelo país. O Banco Central utilizou essa taxa como uma ferramenta para controlar a inflação e estabilizar a economia. Com a implementação de medidas de controle da inflação e o fortalecimento da economia a partir de 2003, a taxa Selic começou a cair gradualmente. A crise financeira global de 2009 teve um impacto significativo na economia brasileira. Para estimular a atividade econômica e facilitar o acesso ao crédito, o Banco Central reduziu a taxa Selic para o seu menor patamar histórico, de 8,75% ao ano. Essa medida visava impulsionar o consumo e os investimentos em um momento de desaceleração econômica. Com a retomada do crescimento econômico a partir de 2010, a taxa Selic voltou a subir, acompanhando a necessidade de controle da inflação. 

Nos anos seguintes, a taxa Selic oscilou entre patamares mais elevados e mais baixos, refletindo as medidas adotadas pelo Banco Central para equilibrar a economia e manter a estabilidade dos preços. No final de 2016, o Brasil enfrentava uma recessão econômica e o Banco Central reduziu novamente a taxa Selic. Essa medida tinha como objetivo estimular a atividade econômica e facilitar o acesso ao crédito, visando a recuperação do mercado interno. Em 2017, a taxa Selic atingiu o seu menor patamar desde 1999, chegando a 7% ao ano. Essa redução histórica refletia a queda da inflação e a necessidade de estimular a economia brasileira, que ainda se recuperava dos impactos da recessão. No final de 2017 e início de 2018, a taxa Selic voltou a subir gradualmente, acompanhando a retomada do crescimento econômico e a necessidade de controle da inflação. Em dezembro de 2018, a taxa Selic encerrou o período em 6,5% ao ano. Esse patamar refletia a estabilidade econômica alcançada pelo país e as perspectivas de crescimento para os próximos anos. 

Ao longo desses quase 17 anos, a taxa Selic desempenhou um papel fundamental na economia brasileira. Ela influenciou diretamente os juros praticados pelos bancos, o acesso ao crédito, o consumo e os investimentos. A trajetória da taxa Selic reflete os desafios enfrentados pela economia brasileira, as medidas adotadas para controlar a inflação e estimular o crescimento econômico, bem como as perspectivas para o futuro. Durante o período de 06/02/2019 até 07/12/2022, a taxa Selic passou por diversas mudanças que refletiram as condições econômicas do Brasil. A trajetória de queda iniciada em 2019 foi uma resposta às medidas adotadas pelo Banco Central para estimular a economia em meio a um cenário de baixo crescimento. 

No início desse período, a taxa Selic estava em 6,5% ao ano. No entanto, a eclosão da pandemia de COVID-19 em 2020 trouxe desafios sem precedentes para a economia global, incluindo o Brasil. Como resultado, o Banco Central tomou a decisão de reduzir significativamente a taxa Selic para 2% ao ano, o menor patamar histórico. Essa medida tinha como objetivo principal estimular o consumo e os investimentos, a fim de mitigar os impactos negativos da pandemia na economia brasileira. A queda da taxa Selic também teve um impacto positivo no acesso ao crédito, tornando-o mais acessível e reduzindo o custo da dívida pública. Isso foi especialmente importante para as empresas e famílias que enfrentavam dificuldades financeiras devido à crise causada pela pandemia. À medida que a economia brasileira começou a se recuperar em 2021, com a retomada gradual da atividade econômica e a melhora dos indicadores, o Banco Central iniciou um processo de elevação da taxa Selic. Essa decisão foi tomada para controlar a inflação, que começou a apresentar sinais de pressão devido ao aumento dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Em agosto de 2022, a taxa Selic encerrou o período em 7,5% ao ano. Essa elevação reflete o compromisso do Banco Central em manter a estabilidade dos preços e garantir a sustentabilidade da economia brasileira. A decisão de aumentar a taxa Selic foi baseada em análises cuidadosas dos indicadores econômicos e das perspectivas futuras, visando equilibrar o crescimento econômico com o controle da inflação. No entanto, é importante ressaltar que a taxa Selic é apenas uma ferramenta utilizada pelo Banco Central para influenciar as condições econômicas do país. Outras medidas, como políticas fiscais e cambiais, também desempenham um papel importante na busca pela estabilidade e crescimento sustentável da economia brasileira.

7°Fonte Figura: Blog do IBRE

Esta figura representa a fala do Ministro da Economia Paulo Guedes quando ele disse: Nossa recuperação será em “V”, vocês vão ver. Realmente o Ph acertou. A figura a seguir confirma.

8° Fonte: Infográficos-Gazeta do Povo

Agora vocês devem se perguntar. Como ele conseguiu isso? A resposta é simples, quando você tem uma visão analítica de uma determinada situação e você saber qual será a reação do sistema financeiro mundial é lógico que você irá se preparar para resistir e estipular um limite que chamamos de P.E “ponto de equilíbrio”. Tendo isso em mãos, ele pode falar aquilo “recuperação em V”.

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